Acho que o COMEDIANO foi o espetáculo que mais me deu
alegrias nesse pouco tempo de carreira que eu tenho. Lembro que quando fui
chamado para integrar o grupo que ainda nem nome tinha, tinha feito pouca coisa
em relação a comédia na cidade. Mas foi ali que me encontrei como comediante de
verdade. O processo foi longo e puxado. Ensaiávamos todos os dias, inclusive sábados
e domingos. Mas o resultado está aí. Já na estreia, em um festival estudantil
no Recife, arrastamos prêmios importantíssimos. Mas quem disse que foi fácil? Batalhamos
muito nesses pouco mais de dois anos, para chegar ao ponto que chegamos e ainda
falta muuuuuita coisa para ser vivida e batalhada, ainda não estamos
satisfeitos. Mas fazer humor de uma maneira diferente do que Recife tá
acostumado, e ter o reconhecimento imediato do público para mim é um dos
presentes mais brilhantes quanto artista. E a caminhada é longa. Muito obrigado
ao que o grupo Magros em cena fez por mim, como pessoa e como artista. E
obrigado ao público que vai nos prestigiar e saem encantados com nosso
trabalho, este pra mim, é o maior pagamento.
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